Modelo de negócio x potencial produtivo

Por Aline Rodrigues

Muitos empreendedores possuem planos e ideias sobre os resultados financeiros desejados, contudo, não podemos negar que a maioria dos negócios iniciam sem o devido planejamento e muitos outros que planejam se quer executam a risca o seu planejamento e acompanham os resultados. Tais fatos são muitas vezes os culpados pelo negócio entrar em um círculo virtuoso no qual possui receitas, pagas as despesas, mas não evolui conforme o desejado e ao primeiro encontro com momentos econômicos instáveis o empreendedor se questiona: “Vale a pena manter o meu negócio?”

Vale ressaltar que muitas vezes a precificação é a resposta mais rápida e clara sobre onde está o problema, seguida da estrutura de custos e com grande peso na gestão financeira do negócio em si. Com isso, é importante avaliar o modelo de negócio atual e seus impactos no alcance do resultado esperado compreendendo assim a realidade do potencial produtivo do modelo de negócio atual.

Analisar o todo, a estrutura tributária, a gestão financeira, os processos internos, formas de pagamentos e recebimentos, entre outras, são ações chave para responder algumas perguntas e direcionar melhor os próximos passos.
Dados financeiros sem análises são menores números em uma planilha ou sistema, é preciso dar vida aos números e compreender o que seu negócio está falando para você e como os resultados atuais estão diretamente conectados as suas atitudes e comportamentos como gestor.

Se você quer crescer e desenvolver o seu negócio de maneira assertiva, é hora de avaliar o seu modelo de negócio e o potencial produtivo do mesmo.

Aline Rodrigues é Consultora, mentora e Coach Financeira no Investidor $/A, MBA- Gerenciamento Avançado em Finanças, Instrutora de Finanças Pessoais, Empresariais, Investimentos financeiros e Bolsa de Valores.

#movimentopoderosa #empoderamentodamulher #movimentopoderrosa

O empoderamento da mulher

Por: Psicóloga Rosana Ferrari

A questão feminina tem sido tema de vários questionamentos em todos os setores da sociedade. Muitas são as mulheres que se ocupam deste tema, que sempre aponta para a diferença que a sociedade patriarcal nos impôs, e que nos desfavorece em vários aspectos da vida. A questão feminina não pode ser analisada sem se levar em conta a complementariedade com a questão masculina na sociedade. O homem e a mulher precisam repensar sua condição na sociedade, no casamento e na família, para que a reformulação do papel e da imagem de ambos possa se dar. Assim, temos que repensar a questão da mulher e a questão do homem.

Sempre que abordamos a questão feminina, abordamos a inferioridade de condições às quais a mulher está submetida.

Fala-se que:

• a remuneração da mulher é mais baixa

• o volume de trabalho da mulher é maior

• a divisão de responsabilidade é desigual

• os direitos da mulher ainda não foram conquistados na integridade, etc.

Durante muito tempo compartilhou-se a visão de que homens e mulheres são diferentes entre si e que as diferenças que a sociedade impôs eram naturais. Assim, a mulher durante séculos ficou numa condição inferior ao homem, como se este fosse o processo natural de definição de seu lugar no mundo. Homens e mulheres compartilhavam desta visão, de que o homem é superior, tem mais poder, é o que manda, e que a mulher se adapta a esta condição, tendo menos poder, menos condições de se virar sozinha, menos conhecimento.

A diferença de direitos era ignorada e homens e mulheres durante séculos estiveram de acordo com estas diferenças.

Um dos maiores problemas que advêm desta divisão fixa de papéis, é que os gêneros assumiram as diferenças como naturais, biológicas, e a mulher se adaptou a este lugar na sociedade, interiorizando uma imagem de si de inferioridade e dependência, e o homem a imagem de desempenho e sucesso, num mundo em que ele tem que competir com os outros permanentemente para ganhar.

O maior exemplo da interiorização das diferenças se dá na questão da violência contra a mulher. Em muitos casos de violência, o homem vê como natural que ele apele para a violência física quando tenta convencer sua mulher de seus pontos de vista e ela não os aceita. E a mulher, em muitos casos, ao se considerar como naturalmente inferior, por mais que sofra e se revolte, não se vê na condição de sair da posição de vítima destas diferenças.

Esta interiorização das diferenças é tão forte, portanto, que a imagem de si que tanto o homem quanto a mulher fazem, desafia a realidade. Ter tornado esta imagem fixa dentro de cada um de nós cria uma distorção da realidade tão grande, que faz com que as mudanças sejam muito mais lentas do que gostaríamos que fossem.

O empoderamento da mulher pressupõe mudança nestas premissas de gênero.

A mulher tem experimentado um acúmulo de papéis muito maior do que imaginava que iria viver após sua liberação na sociedade moderna. Desde que entrou para valer no mercado de trabalho, e vem enfrentando os desafios de sua profissionalização, acumula mais e mais funções dentro e fora da família. Este acúmulo faz com que ela trabalhe mais do que o homem, enfrente uma multiplicidade de afazeres, continue educando seus filhos, e se torne cada vez mais forte e resistente. Entretanto, a mulher faz e faz, mas não consegue do homem que ele faça sua parte na mesma medida. Por quê?

Porque ela ainda se vê na condição de responsável por cuidar da família e cuidar do marido, sustentando uma imagem tradicional de si mesma, ao mesmo tempo em que vivencia uma realidade bem diferente no trabalho. A autoimagem da mulher continua parecida com a de antes, e ela própria se submete ao que a tradição de seu gênero pressupunha.

O empoderamento da mulher passa, portanto, por uma transformação no conceito que ela tem dela mesma, em sua autoestima.

A autoestima é o valor que damos a nós, o respeito por nosso ser, o sentimento de que podemos ser amados, e de que somos dignos do amor do outro e de nós por nós mesmos. Autoestima define quem somos, perante nós mesmos, e como participaremos do mundo que nos rodeia.

Se uma mulher tem baixa estima, espera pouco de si e dos outros. Ela pensa que primeiro deve servir ao outro, e se coloca por último na busca de satisfação de suas necessidades. Ela pode escolher um parceiro que não a respeita, por pressupor que não precisa ser respeitada. Ela não tem consciência disto, o que é o pior dos fatores que a oprimem.

A pior opressão é a que vem de dentro do ser humano. É aquela que a própria pessoa se impõe, após ter sido oprimida pelo outro durante seu processo de desenvonvolvimento. É a opressão que a pessoa coloca para dentro e depois atua policiando a si mesma, desconhecendo que interiorizou a repressão.

A mulher interiorizou esta repressão e seu processo de inferiorização é histórico. O resultado é sua baixa autoestima, que a coloca como servidora do outro, e a faz sabotar seu potencial.

Recriar uma identidade de indivíduo é ser capaz, portanto:

• de respeitar-se e ser respeitada,

• de valorizar-se e ser valorizada,

• de cuidar sem ser servil,

• de cooperar sem ser submissa.

A construção da autoestima é o caminho para a mulher reformular sua questão de poder, de dentro para fora. Não adianta conquistar poder na sociedade, se a mulher continuar a ser a única cuidadora dentro da família e interiorizar esta função.

Empoderamento significa a mulher apropriar-se de seu direito de existir na sociedade.

Para empoderar-se ela precisa reconhecer-se neste direito. Sua estima é a base de tudo. Luta por seus direitos quem os reconhece, mas acima de tudo quem se reconhece como digno deles.

O empoderamento da mulher passa por vários caminhos: na sociedade, pelo conhecimento dos direitos da mulher, pela sua inclusão social, instrução, profissionalização, consciência da cidadania.

No plano familiar, o empoderamento passa pela justa divisão de responsabilidades com o cônjuge (financeira e doméstica), pela educação igualitária dos meninos e meninas, fazendo que ambos sejam responsáveis pelas tarefas domésticas e pela preocupação com a família, tanto quanto com a subsistência e a profissionalização.

No plano conjugal/relacional, o empoderamento da mulher passa pela responsabilização conjunta pela anticoncepção, pelo respeito à integridade e à dignidade da mulher enquanto ser humano (impedindo assim a violência ).

No plano individual, o empoderamento passa pela reformulação profunda da identidade da mulher, que precisa conhecer a si própria como digna de reconhecimento e valorização.

Este é o ponto de partida!

#empoderamentodamulher #movimentopoderrosa #movimentopoderosa

Comportamento financeiro – como anda o seu?

Por: Aline Rodrigues

Quando falamos de finanças e resultados é só olhar mais de perto que você irá perceber que mais do que números e cálculos matemáticos estamos falando de atitudes e comportamentos, afinal de contas, o seu saldo bancário está como está e o seu negócio está se desenvolvendo na velocidade que está, por conta de suas atitudes e comportamentos. Esqueça a crise, pois com ela ou sem ela as vendas precisam ocorrer e os resultados financeiros precisam aparecer.

Como você movimenta e cuida do seu dinheiro no dia a dia?

Se a última coisa que você quer ver ao finalizar o dia de trabalho é o resultado do dia e organizar as finanças, temos ai um grande ponto de atenção. Vamos fazer um pequeno comparativo para gerarmos uma reflexão:

Filhos à trabalhamos por eles e para eles e ao final do dia estamos loucas para estar perto, ver como ele está e ficar um tempo juntos.

Viagem à trabalhamos para nos proporcionar novas experiências e quando agendamos uma ficamos contando os dias para que chegue logo e se concretize.

Agora imagine os seus filhos (ou marido, amigos, pessoas que você gosta de ter por perto) como o dinheiro e a viagem (lazer, esportes) como metas.

Se você incluir os mesmos sentimentos, as mesmas atitudes e comportamentos de aproximação, interesse e troca que você possui entre eles, você perceberá que muitas atitudes e comportamentos que você possui hoje com o seu dinheiro e suas metas, você JAMAIS teria com seus filhos ou com uma viagem, e sabe por qual motivo isso ocorre? Pois somos em maioria ensinados a ODIAR o dinheiro, a não querer ele por perto, a não dar atenção a ele, a denomina-lo como um Mal necessário. E quando fazemos isso, de fato o dinheiro também não se fará presente, não se desenvolverá como poderia.

Que tal começar a olhar as suas finanças e metas de maneira diferente? Que tal começar a olhar todos os dias os seus resultados e realizar as suas organizações e atualizações financeiras para que você possa analisar os caminhos e estudar possibilidades mais criativas, assertivas e planejada para otimizar os seus resultados e transformar a sua experiência com o dinheiro se forma assertiva.

Reflita sobre suas atitudes e comportamentos financeiros e não deixe de compartilhar essa mensagem com as pessoas que você gosta, pois elas podem também estar odiando o dinheiro sem nem ao menos perceber.

Aline Rodrigues é graduada em administração de empresas, MBA em Gestão Avançada em Finanças, Especialista em finanças e investimentos financeiros, Consultora, Mentora e Coaching Financeira e Instrutora de finanças pessoais, investimentos e bolsa de valores.
#empoderamentodamulher #movimentopoderosa #movimentopoderrosa

Movimento Poder Rosa para o empoderamento da mulher

A figura da mulher, passou de elemento secundário, a ser algo extremamente importante na sociedade atual, onde exerce cada vez mais um papel de protagonista, embora as desigualdades de gênero permanecem profundamente arraigadas na sociedade, com as heranças históricas do sistema social patriarcal, que, ainda que de forma velada, limitam o pleno exercício de seus potenciais.

Mulheres em todas as partes do mundo ainda sofrem os mais diversos tipos de violência e discriminação. Muitas não têm acesso a um trabalho decente e, aquelas que o tem, ainda enfrentam disparidades salariais e ocupacionais de segregação de gênero. Elas estão sub-representadas nos processos decisórios na política e na economia.

A discriminação e o preconceito com relação à mulher impedem o aproveitamento e o desenvolvimento integral de suas potencialidades, o que resulta em perda para toda uma sociedade, que embora muito desenvolvida do ponto de vista tecnológico, ainda engatinha em termos de desenvolvimento e compreensão emocional do próprio ser humano.

O fato é que uma mudança social dessa importância e dessa extensão não se faz da noite para o dia, de modo repentino, sem um preparo adequado. Esse processo depende essencialmente de uma conscientização social sobre a importância do equilíbrio da participação de homens e mulheres nos espaços de poder e decisão. E a conscientização precisa acontecer de dentro para fora, ou seja, deve começar pela própria mulher.

Nesse contexto, foi criado o movimento Poder Rosa para o empoderamento da mulher, com vistas a valorizar o talento e a capacidade da mulher e a promover a equidade de gênero em todos os ambientes onde a mulher ainda é discriminada.

O Movimento surge como um espaço não só para debater os vieses inconscientes (barreiras invisíveis) que impedem as mulheres de avançar nos espaços de decisão e poder, mas principalmente para prover soluções práticas que permitam eliminar as situações de discriminação, promovendo a equidade entre homens e mulheres.

Livro grátis: Coaching na prática

Você está pronta para tomar o controle da sua vida e desenhá-la do jeito que você quer e merece?

Com o uso deste manual você vai ser capaz de manter o foco e elevar sua energia e sua produtividade, mesmo sob pressão, pois aumentará a sua flexibilidade, criatividade e poder de inovação.

Digite abaixo o endereço de e-mail para o qual devemos enviar a sua cópia grátis do Livro Coaching na prática, da autora Gloria Tellez.

Livro grátis: O segredo do sucesso está em errar

Com este programa de coaching especificamente desenhado para mulheres você pode começar a viver a vida que você quer e merece.

Liberte a mulher Poderosa que existe em você!

Digite abaixo o endereço de e-mail para o qual devemos enviar a sua cópia grátis do Livro Coaching na prática, da autora Gloria Tellez

Empoderamento feminino: mito ou realidade?

Por Rô Villa-Real

Nessas minhas andanças pelo Brasil tenho conhecido dezenas de empreendedores dos mais diferentes perfis. Quando os encontros são entre as mulheres, inclusive no meu grupo Colegiada de Empreendedoras, uma espécie de mantra ecoa pelos salões: “Empoderamento Feminino”. Curioso que mesmo com linda sonoridade e significado* – que descobri recentemente –, a expressão ainda gere incômodos e cause polêmica, mesmo no universo feminino. Independente disto, o meu objetivo aqui é apenas dividir com vocês como essas palavras entraram na minha vida e que resultados estou tendo com isto.

Até bem pouco tempo, eu achava que a palavra “Empoderamento” tivesse virado um desses vícios de linguagem e se aproximado de um mito urbano, de caráter simbólico. Como quebrar paradigmas nunca foi problema para mim, vi que estava errada e dei “meia-volta volver”. Esta grande descoberta ocorreu na última semana durante o Fórum da Rede de Mulheres Empreendedoras (RME), que reuniu mais de 1000 participantes de todo Brasil com o intuito de conhecer mais e debater sobre o empreendedorismo feminino no país.

A experiência foi tão legal que eu realmente gostaria de desconsiderar todas as regras de marketing digital sobre número de caracteres em blogs para extravasar a minha gratidão falando aqui de cada uma das grandes mulheres que estavam por lá, tanto as meninas do RME-RJ, grandes parceiras, como as que conheci durante as palestras, cafés e até na fila do banheiro, mas como em casa de ferreiro espeto não pode ser de pau, vou tentar resumir algumas dessas lindas histórias que me ajudaram a desmistificar o empoderamento feminino.

Semayat Oliveira: A energia e crenças desta jovem ativista negra da periferia de São Paulo são contagiantes. Semayat me fez repensar nos desafios das mulheres que empreendem sozinhas para sustentar suas famílias e do pouco espaço profissional que mulher negra ocupa na sociedade contemporânea. Mas seu ponto alto de empoderamento feminino foi na fala sobre mudança de mindset da sociedade “….Mesmo que todos quisessem e tivessem condição de sair das periferias para morar em lugares mais centrais, isto não seria possível, pois não haveria espaço. É preciso levar qualidade de vida, saúde, serviços até a periferia e não insistir na crença de que devemos sair de lá”.

Gabriela Shapazian, 16 anos: ao acompanhar pelas redes sociais o drama dos milhares de refugiados sírios que deixavam o país em direção à Grécia em pequenas embarcações pelo Mediterrâneo, Gabriela contou que ela a mãe decidiram vender flores no semáforo de São Paulo, nascia aí o projeto Flores para os Refugiados, que reserva parte do dinheiro arrecadado para que a adolescente possa usar na assistência aos refugiados na
Grécia. Quem não viu empoderamento feminino aí que atire a primeira pedra.

Além delas, não posso deixar de mencionar grandes executivas que estão fazendo história neste país, como Luiza Trajano (Magazine Luiza), Chieko Aoki (Blue Tree Hotel), Sônia Hess (Dudalina) e Ana Fontes, jornalista dona de uma bela história que começa no nordeste do nosso país e invade todo o Brasil nos enchendo de esperança e nos unindo, através de sua ideia brilhante de criar a RME e fazer eventos cheios de causa como este, que me encheu de orgulho e emoção. Claro que essas são apenas algumas dentre as milhares de histórias de mulheres empreendedoras ou não, que nos inspiram dia-a- dia e nos empoderam. Empoderamento feminino é simplicidade, justiça, eficiência, sustentabilidade etc. Eu hoje me sinto realmente empoderada da minha eterna crença de que educação e comunicação realmente transformam.

Eu hoje fico por aqui. Deixe seu comentário, compartilhe a sua história ou de mulheres que você considera vencedoras, empoderadas.

Até mais!
http://www.onumulheres.org.br/referencias/principios-de-empoderamento-das- mulheres/

Rosângela Villa-Real é Jornalista e Empreendedora, com mais de 20 anos de experiência em Comunicação & Marketing. Passou por grandes corporações do mercado como a Oi Telecom e o HSBC Bank e estudou no Vale do Silício antes de fundar sua própria empresa, a VillaReal Comunicação Integrada, especializada em planejamento estratégico de comunicação e clima organizacional.
Dentre as premiações que ajudou a conquistar estão Prêmios ABERJE, ABRH, Você SA e Great Place to Work, incluindo o de Melhores Empresas para as Mulheres Trabalharem. É idealizadora do grupo Colegiada de Mulheres Empreendedoras, voltado para fomentação do empreendedorismo entre mulheres de todo Brasil.

(http://villarealcomunicacao.com.br/blog)
(https://www.linkedin.com/feed/)

#empoderamentodamulher #movimentopoderosa #movimentopoderrosa

Será que teus planos estão virando planetas?

Por: Desyree Thompson Ramscheid

Palestrante, Trainer,  Coach de Performance Profissional e Personal Idea Strategy

Ontem no evento que realizo, uma das participantes contou um pouco da sua fantástica história de vida, e dentre um detalhe e outro, uma frase que ela disse me chamou a atenção: – “Cada vez mais, eu via meus planos virando planetas…”.

Acabou o evento e essa frase ficou martelando na minha cabeça. Confesso que achei muito interessante essa analogia de planos x planetas.

Quando você pensa em planetas o que vem a sua cabeça?

Mesmo diante da grandiosidade dos planetas, o contexto da frase em si me remeteu de imediato à distância, e esse pensamento me levou à algumas reflexões.

Por que será que temos ideias, investimos nelas, construímos estratégias e mesmo assim seu resultado parece cada vez mais distante e inacessível, assim como os planetas?

Pela minha própria experiência, conhecimento e por ouvir muitas histórias, percebi que o que transforma planos em planetas é a forma com que nos autorresponsabilizamos por eles.

Vou explicar melhor!

Se você se esforça para alcançar um objetivo, mas não sabe exatamente onde quer chegar, se esse objetivo não tem a ver com sua verdadeira identidade, se ele realmente é seu objetivo ou de outra pessoa – pai, mãe, filho, marido, amigos, mentores e por aí vai – se você só reclama dos resultados e não faz nada para mudar ou se você não sabe qual é seu objetivo, ficará cada vez mais distante da autorrealização.

Pare um pouco, olhe para dentro de você, olhe para o seu objetivo, para suas estratégias e reflita:

– Com tudo o que estou fazendo, onde estou agora? 

– Se eu continuar nesse caminho qual resultado irei alcançar? 

– Esse resultado irá me satisfazer, vou me sentir realizada?

– Meu objetivo caracteriza o que tenho de melhor? 

– As pessoas se beneficiarão com o resultado desse objetivo?

– O que eu quero alcançar na minha vida?

Se você soube responder todas às perguntas de forma positiva e consciente, Parabéns! está no caminho certo, mas se você ficou em dúvida e não conseguiu responder às perguntas de forma assertiva e clara, Cuidado! Analise novamente sua trajetória e, se for necessário, crie uma nova história.

Posso dizer que eu passei por essa situação, algumas coisas não se encaixavam, estavam fora de órbita, e somente depois que resolvi rever meus valores, princípios, meus objetivos, ouvir mais o feedback das pessoas, refazer uma autoavaliação do que precisava mudar e estruturar minhas ideias, identificando suas forças e fraquezas, foi que consegui traçar novas estratégias, focar em projetos que realmente me realizavam e hoje posso dizer que meus planos não são mais planetas.

E seus planos, vão continuar parecendo planetas?

Vai continuar dando voltas ao redor de um objetivo sem chegar a lugar algum?

Assuma às rédeas da sua vida, se autorresponsabilize por seus resultados, pare de viver à órbita dos outros, aprenda com os erros, planeje novas estratégias e siga em frente!

Seus resultados não precisam estar a anos-luz de serem alcançados!

Fique com Deus e até o próximo artigo!

E se você precisa de direcionamento para estruturar suas ideias e fazer acontecer, entre em contato comigo, Desyrée Thompson, através do email: desyree.dtalent@gmail.com , pelo Whatsapp: (21) 96431-4648.

Facebook: desyreethompson

Sites: http://www.dtalent.com.br e treinamentorebranding.com.br

Será um enorme prazer te ajudar!

 

Desyrée Thompson é Diretora da empresa Dtalent Desenvolvendo Talentos. Pedagoga formada pela Universidade Estácio de Sá. Pós graduada em Educação Corporativa pela Universidade Veiga de Almeida.  Master Coach pela DH Desenvolvimento Humano. Practitioner em PNL pelo Inap. Coautora dos livros pela Conquista Editora “Crise para alguns, Solução para outros” e “Construa o seu caminho! Você está construindo o seu? – Um Guia de Carreira. Coidealizadora do evento Happy Coaching Bar – Workshop no Bar. Idealizadora do Treinamento de Alta Performance REBRANDING –
Seja sua própria Inspiração! Idealizadora do projeto IdeAção – Laboratório de Ideias
Que tem como principal objetivo assessorar pessoas e organizações a estruturar suas ideias com potencial produtivo, transformando-as em projetos realizáveis. Tem experiência como palestrante em grandes empresas como: Universidade Veiga de Almeida(UVA), SENAI, Shopping Rio Design, Glaxo, Espro, INPI, Itambé, CIEE, Companhia Docas do Rio de Janeiro, Ministério do Exército, Congresso online Nacional EducaCoaching, Faculdades São José.

Vem novidade por aí!

A partir desta quarta-feira (26), o Movimento Poder Rosa passa a contar, em seu site e em sua página do Facebook, com 7 novas colunistas.
Serão artigos semanais abordando assuntos variados, opiniões, pensamentos, humor, dicas, fatos, sonhos, esperanças.
Um caldo efervescente de ideias, de imaginação e de muita inspiração!
Curta nossa página para ficar por dentro de todas as novidades!
#empoderamentodamulher #movimentopoderrosa #movimentopoderosa

Desafio 90 dias – Dia 20: acompanhamento do plano de ação

Bom dia Poderosa!

Já estamos no dia 20 do nosso desafio e é hora de começarmos a avaliar o andamento do nosso plano de ação.

Durante o processo de planejamento, você definiu, para cada atividade planejada os detalhes necessários para a sua realização. Custo, tempo de execução, recursos financeiros, materiais e humanos necessários, entre outros.

Agora, enquanto o plano está sendo colocado em prática, você deve se certificar de que todas as atividades estão sendo desenvolvidas de acordo com o planejado. Isso permite saber se é necessária alguma mudança de curso, e se os parâmetros para alguma atividade precisam ser repensados.

O monitoramento da execução do plano de ação deve ser feito sistematicamente para que você não volte a ser levada pela urgência do cotidiano, e pela realização de atividades que não contribuem para a realização dos seus sonhos.

Para acompanhar o plano estratégico, é preciso definir métodos que permitam avaliar sua eficácia por meio de indicadores que devem ser previamente escolhidos. Esses indicadores vão permitir o acompanhamento dos resultados, identificar progressos, e necessidades de mudanças. Existe hoje uma grande quantidade de ferramentas de gestão que podem apoiar o processo de construção de um planejamento estratégico, como o BSC – Balanced Score Card que cada vez mais vem ganhando adeptos.

Mas como cada caso é um caso, vamos avaliar os planos elaborados pro nossas Poderosas e ajudá-las a definir a melhor forma de acompanhar seus planos de ação. Vocês receberão um email ao qual devem responder anexando seu plano de ação, para juntas definirmos a melhor forma de acompanhamento.

Poste nos comentários do dia 20 em  www.facebook.com/movimentopoderrosa Como você pede recomendação para seus clientes?

E lembre de curtir a nossa página!